GeoAI: Classificação de Relevo Brasileiro & Detecção de Montanhas (SBCR/IBGE)

Sistema analítico e preditivo baseado na nova metodologia do Sistema Brasileiro de Classificação de Relevo (SBCR/IBGE), integrando matriz topográfica multivariada, perfis de elevação 2D e simulador preditivo de risco de deslizamento para a Defesa Civil.

O Desafio de Negócio

Critérios Simplistas e Subestimação do Relevo e Riscos

O uso de altitude absoluta univariada e a ausência de regras taxonômicas adaptadas ao relevo brasileiro geravam distorções em cadastros territoriais e mascaravam encostas críticas com alto risco de escorregamento no verão.

A Solução Técnica

Taxonomia Multivariada SBCR e Modelo Geotécnico Preditivo

Implementação dos 4 critérios do SBCR (Desnível >= 300m, declividade >= 20°, topos aguçados e clusterização espacial), combinados a um modelo preditivo de saturação hidrológica e fator de segurança da encosta.

Impacto & Resultados

Mapeamento Morfológico Preciso e Prevenção de Desastres

Classificação com precisão matemática das formações brasileiras (Pico da Neblina, Serra dos Órgãos, Serra do Mar) e apoio à tomada de decisão da Defesa Civil em zoneamentos de risco.

Protótipo Interativo Navegável

Visões do Sistema GeoAI Relevo (SBCR / IBGE)
SBCR v1.0 · DEM 30m Online
Total de Formações Catalogadas
8 Casos Notáveis
De Roraima ao Rio de Janeiro
Classificadas como Montanha
5 Formações
Desnível >= 300m + Encosta Íngreme
Excluídas (Planalto / Morro)
3 Formações
Topo plano ou relevo isolado
Filtrar por Bioma
Selecione uma Formação Real8 encontradas

Pico da NeblinaAM

Serra do Imeri, São Gabriel da Cachoeira

Montanha
Altitude Máx2995 m
Desnível Local+1795 m
Declividade36°

Dedo de Deus (Serra dos Órgãos)RJ

Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Teresópolis

Montanha
Altitude Máx1692 m
Desnível Local+1242 m
Declividade44°

Serra do Mar (Pico do Corcovado de Ubatuba)SP

Litoral Norte Paulista, Ubatuba

Montanha
Altitude Máx1150 m
Desnível Local+1130 m
Declividade41°

Monte Roraima (Tepui Tabular)RR

Tríplice Fronteira Brasil-Venezuela-Guiana

Planalto Tabular
Altitude Máx2810 m
Desnível Local+1260 m
Declividade18°

Pão de Açúcar (Morro da Urca)RJ

Baía de Guanabara, Rio de Janeiro

Morro Isolado
Altitude Máx396 m
Desnível Local+386 m
Declividade52°

Maciço do UrucumMS

Corumbá, Fronteira com a Bolívia

Montanha
Altitude Máx1065 m
Desnível Local+945 m
Declividade32°

Serra da Borborema (Pico do Jabre)PB

Maturéia / Teixeira

Montanha
Altitude Máx1197 m
Desnível Local+677 m
Declividade27°

Morro do Pai Inácio (Chapada Diamantina)BA

Palmeiras / Lençóis

Chapada
Altitude Máx1120 m
Desnível Local+400 m
Declividade21°

Pico da Neblina

AM · Amazônia

O ponto mais alto do Brasil. Anteriormente rotulado como simples planalto residual, o SBCR o classifica como montanha cratônica de grande energia de relevo.

Veredito SBCR / IBGEMontanha
1º Táxon (Macroforma)Montanha Aguçada
2º Táxon (Geologia/Origem)Maciço Cratônico Soerguido
3º Táxon (Morfologia)Crista Aguda com Escarpas Verticais
Fundamentação da Regra de Negócio: Desnível relativo superior a 1.700m, topos pontiagudos e agrupamento contínuo na cadeia do Imeri.

Perfil Topográfico Digital (Corte Transversal 2D)

Elevação (m) vs Distância Horizontal (km)
Perfil do Terreno (SRTM 30m)
Linha de Corte de Desnível Local

Matriz Multidimensional: Altitude Bruta vs Desnível Local vs Declividade

Visualização em Scatter Plot comprovando que a altitude bruta sozinha não separa montanhas de planaltos.

Montanhas SBCR
Outras Formações